Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Subordem: Tyranni
Infraordem: Tyrannides
 Wetmore & Miller, 1926
Parvordem: Tyrannida
Família: Tyrannidae
 Vigors, 1825
Subfamília: Tyranninae
 Vigors, 1825
Espécie: M. luteiventris

Nome Científico

Myiodynastes luteiventris
Sclater, 1859

Nome em Inglês

Sulphur-bellied Flycatcher


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Pouco Preocupante

Fotos Sons

Bem-te-vi-de-barriga-sulfúrea

O bem-te-vi-de-barriga-sulfúrea é uma ave passeriforme da família Tyrannidae.

Nome Científico

Seu nome científico significa: do (grego) muia = mosca; e de dunastës = governante; e do (latim) = luteus = amarelo açafrão; e venter, ventris= barriga, ventre. ⇒ Governante das moscas de barriga amarela.

Características

Mede entre 18 e 20 centímetros de comprimento. É um tiranídeo de tamanho médio, bastante robusto. Apresenta larga faixa branca com origem no bico e abaixo da máscara ocular escura, limitada inferiormente por uma forte faixa malar preta. A garganta e o supercílio são esbranquiçados. Coroa, nuca e partes superiores acinzentadas, com estrias. Asas marrom-escuras com barras alares presentes. Uropígio e cauda enferrujadas. Peito estriado com estrias escuras e finas. O ventre apresenta coloração amarelo sulferino pálido, com estrias nos flanos. Bico robusto de coloração preta e curvado na sua extremidade distal. Muito semelhante a uma subespécie do bem-te-vi-rajado, (Myiodynastes maculatus maculatus).

Alimentação

Alimenta-se de frutas e insetos.

Reprodução

Constrói seus ninhos em cavidades de árvores. A postura típica é de 2 a 3 ovos.

Hábitos

Espécie bastante barulhenta. Difícil de detectar quando silencioso devido à sua eficiente camuflagem. Empoleira-se e ocasionalmente em poleiros nas copas das árvores em busca de presas voadoras.
Frequenta apenas áreas semi-abertas da Amazônia, nas clareiras e bordas de matas secundárias, aparecendo como visitante do Hemisfério Norte.

Distribuição Geográfica

Ocorre do sudeste do Arizona nos EUA até a Costa Rica. No inverno, migra para o sul, atingindo a Colômbia, Equador, Peru e Bolívia. No Brasil foi registrado na Alta Amazônia, no Rio Juruá, estado do Acre.

Referências

Galeria de Fotos